Outras Notícias

desarmamento

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    Divulgamos a intervenção de Frederico Carvalho na sessão pública «Pelo Fim das Armas Nucleares», promovida pelo CPPC no âmbito da campanha pela adesão de Portugal ao Tratado de Proibição de Armas Nucleares, lançada pelo CPPC, na qual se integra igualmente a petição que pode ser assinada na Internet (http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=nao-armas-nucleares).

    A intervenção:

    GUERRA E PAZ: UM NOVO OLHAR

  • O Grupo Confederal Esquerda Unitária Europeia/Esquerda Verde Nórdica (GUE-NGL) realizou, a 10 de Janeiro, no Parlamento Europeu, um importante debate sobre o Tratado para a Proibição das Armas Nucleares.

    Leia aqui a intervenção de Socorro Gomes, presidente do Conselho Mundial da Paz:

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) convida-vos a participar na sessão pública - Pelo fim das Armas Nucleares - que vai realizar no próximo Sábado, dia 16 de Dezembro, a partir das 14h30, na Escola Profissional Bento de Jesus Caraça - Rua Vítor Cordon nº1, em Lisboa, e que contará com a participação de Jean-Paul Lainé, Presidente da Federação Mundial dos Trabalhadores Científicos, Frederico Carvalho, Membro da Presidência do CPPC e Ilda Figueiredo, Presidente da Direcção Nacional do CPPC.

    Esta iniciativa pública segue-se à Assembleia da Paz, que terá lugar durante a manhã, sob o lema " Não ao militarismo e à guerra! Pela Paz e o desarmamento!".

  • nos 80 anos do inicio da 2 guerra mundial defender a paz mais guerra nao 1 20190911 1223705405

    No momento em que se assinalam 80 anos sobre o início da Segunda Guerra Mundial, o Conselho Português para a Paz e Cooperação lembra as brutais consequências daquele que foi o mais violento e sangrento conflito militar da História, desencadeado pela Alemanha nazi, a Itália fascista e o Japão militarista, responsável pela perda de mais de 50 milhões de vidas e de dezenas de milhões de feridos.

    O nazi-fascismo foi responsável por inúmeros crimes, como o extermínio em massa de populações e prisioneiros em campos de concentração, pela imposição do trabalho forçado, pela destruição sistemática de infraestruturas económicas e sociais e de imenso património cultural.

    Este é também o tempo para recordar todos os que, resistindo e combatendo das mais diversas formas, contribuíram para libertar a Humanidade do nazi-fascismo, alcançar uma paz justa e conquistar para a generalidade da população mundial inéditos direitos políticos, económicos, sociais e culturais e o fim do colonialismo.

  • nova data para o encontro pela paz 5 de junho de 2021 1 20200531 1004096958

    Estava previsto para 30 de maio de 2020 o Encontro pela Paz, em Setúbal, promovido por 12 organizações, incluindo o Conselho Português para a Paz e Cooperação, as Câmaras Municipais de Setúbal e de Loures, a Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses - Intersindical Nacional, a Confederação Portuguesa das Coletividades de Cultura, Recreio e Desporto, a Federação Nacional dos Professores, a Juventude Operária Católica, O Movimento Democrático de Mulheres, o Movimento dos Municípios pela Paz, o Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e a Paz no Médio Oriente, a Obra Católica Portuguesa de Migrações e a União de Resistentes Anti-Fascistas Portugueses.

    A crise sanitária provocada pelo coronavírus obrigou ao seu adiamento, o que acaba de ser anunciado numa conferência de imprensa realizada no salão nobre da Câmara Municipal de Setúbal. As 12 organizações promotoras acordaram em nova data - 5 de junho de 2021.

    O cartaz e o panfleto foram também já divulgados e vai iniciar-se a sua distribuição.

    Mantém-se o lema "Pela paz , todos não somos demais" e os temas centrais - Paz e Desarmamento, Cultura e Educação para a Paz e Solidariedade e Cooperação.

    Certos de que a causa da Paz sairá mais enriquecida e reforçada em resultado da reflexão e do amplo contributo de todos, apelamos à sua divulgação e ao empenhamento nas diversas iniciativas que, entretanto, se irão realizar por todo o país.

  • pela adesao de portugal ao tratado de proibicao de armas nucleares defender a paz e defender a vida 1 20200326 1826983547

    No mês em que se assinalam os 70 anos do lançamento do Apelo e Estocolmo pelo fim das armas atómicas, o Conselho Português para a Paz e Cooperação, em conjunto com outras organizações, lança uma nova petição "Pela adesão de Portugal ao Tratado de Proibição de Armas Nucleares - Defender a paz é defender a vida", que convida todos a subscrever e divulgar.

    A subscrição pode ser efetuada em https://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=ProibirArmaNuclear

    Leia o texto da petição:

    Pela adesão de Portugal ao Tratado de Proibição de Armas Nucleares

    Defender a paz é defender a vida

  • pela adesao de portugal ao tratado de proibicao de armas nucleares defender a paz e defender a vida 1 20200414 1845918387

    No mês em que se assinalam os 70 anos do lançamento do Apelo e Estocolmo pelo fim das armas atómicas, o Conselho Português para a Paz e Cooperação, em conjunto com outras organizações, lança uma nova petição "Pela adesão de Portugal ao Tratado de Proibição de Armas Nucleares - Defender a paz é defender a vida", que convida todos a subscrever e divulgar.

    A subscrição pode ser efetuada em https://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=ProibirArmaNuclear

  • pela adesao de portugal ao tratado de proibicao de armas nucleares defender a paz e defender a vida 1 20200716 1216001674
     
    Foi há três anos – 7 de Julho de 2017 – que foi aprovado o Tratado de Proibição de Armas Nucleares por 122 Estados participantes na conferência das Nações Unidas convocada para estabelecer um instrumento vinculativo que leve à eliminação deste tipo de armas tão perigosas para a humanidade.
    Por isso, o Conselho Português para a Paz e Cooperação, em conjunto com outras organizações, lançou uma nova petição "Pela adesão de Portugal ao Tratado de Proibição de Armas Nucleares - Defender a paz é defender a vida", que convida todos a subscrever e divulgar.
    Leia o texto da petição:
  • pela adesao de portugal ao tratado de proibicao de armas nucleares defender a paz e defender a vida 1 20200716 1091297047
     
    No mês em que se assinalam os 70 anos do lançamento do Apelo e Estocolmo pelo fim das armas atómicas, o Conselho Português para a Paz e Cooperação, em conjunto com outras organizações, lança uma nova petição "Pela adesão de Portugal ao Tratado de Proibição de Armas Nucleares - Defender a paz é defender a vida", que convida todos a subscrever e divulgar.
    Leia o texto da petição:
  • Convidamos todos a assinarem e divulgarem a petição lançada pelo CPPC "Pela assinatura por parte de Portugal do Tratado de Proibição de Armas Nucleares - Pela paz, pela segurança, pelo futuro da Humanidade!"

    Assine em:
    http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=nao-armas-nucleares

  • pela paz e o desarmamento 1 20180523 1153454515

    Não à Cimeira da NATO – não ao militarismo e à guerra!

    Nos dias 11 e 12 de Julho, irá realizar-se uma Cimeira da NATO – Organização do Tratado do Atlântico Norte –, em Bruxelas, tendo como o objectivo o reforço da sua capacidade de intervenção belicista.

    Com quase 70 anos de existência, a NATO é um instrumento destinado a servir, embora não sem querelas internas, os interesses políticos, económicos e geostratégicos dos EUA e das grandes potências da União Europeia (UE), que impulsiona a corrida aos armamentos, promove focos de tensão e de conflito, intensifica o intervencionismo militar, e prossegue guerras de agressão a Estados e povos que defendem a sua soberania e não se submetem ao seu domínio.

  • A NATO, fundada há precisamente 69 anos, representa um dos maiores obstáculos à paz no mundo. Bloco político-militar determinado pelos EUA, assume-se, embora com contradições, como um instrumento belicista ao serviço dos seus interesses e dos interesses de outros países – como o Reino Unido, a França ou a Alemanha –, contrapondo-se a todos os que anseiam e se empenham num mundo de paz, soberania e cooperação.

    Constituída a 4 de Abril de 1949 por 12 países da América do Norte e da Europa – incluindo Portugal, então sob a opressão de uma ditadura fascista –, a NATO proclamava falsamente o seu carácter «defensivo» contra uma suposta «ameaça» soviética. No entanto, após o fim do Pacto de Varsóvia (criado em 1955) e da União Soviética, verificados em 1991, a NATO não só não se dissolveu, como, e pelo contrário, se reforçou, ampliando-se a 29 países membros, promovendo dezenas de parcerias por todo o mundo, alargando o seu âmbito de intervenção, fomentando o aumento das despesas militares e a corrida aos armamentos, incluindo a mais modernas armas nucleares.

  • pela paz e o desarmamento nao a militarizacao da uniao europeia 1 20190129 1766480038

    É com grande preocupação que as organizações da Europa membros do Conselho Mundial da Paz seguem o rumo acelerado de aprofundamento da militarização da União Europeia (UE).

    As organizações da Europa membros do Conselho Mundial da Paz apelam ao envolvimento e à acção resoluta e convergente de todas as organizações e indivíduos que defendam a paz para que rejeitem e se oponham à militarização da UE – a UE, sozinha e/ou com a NATO, está a actuar contra os povos.

  • pela paz fim as armas nucleares 1 20200708 1021872975
     
    O Conselho Português para a Paz e Cooperação, em conjunto com a Movimento de Municípios pela Paz, assinalando o 3º aniversário da aprovação do Tratado de Proibição de Armas Nucleares nas Nações Unidas, inaugurou hoje, dia 7 de Julho, no centro comercial Rio Sul, no Seixal, uma exposição contra as armas nucleares que permanecerá exposta durante uma semana.
    Na inauguração participaram a vereadora da Câmara Municipal do Seixal, Manuela Calado, a presidente da direção nacional do CPPC, Ilda Figueiredo, e o diretor do centro comercial Rio Sul, Paulo Ruivo.
    Estiveram ainda presentes autarcas locais e representantes de associações.
  • pela paz o desanuviamento e o desarmamento 1 20190518 1165537842

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) repudia firmemente a decisão da administração norte-americana de retirar os Estados Unidos da América do Tratado sobre Comércio de Armas (ATT na sigla inglesa), o qual visa regular e controlar a venda de armas convencionais. Este Tratado abrange não apenas armamento ligeiro, mas igualmente tanques, carros de combate, artilharia, aviões e helicópteros militares, vasos de guerra, mísseis e lançadores.

    Esta decisão dos EUA – que, lembre-se, é o país com maiores despesas militares e o principal exportador de armamento do planeta – representa um sinal negativo, que poderá ter consequências para a paz e a segurança globais.

  • Dezenas de organizações portuguesas associaram-se em torno da campanha que o Conselho Português para a Paz e Cooperação lançou a 26 de Setembro de 2017 visando a adesão de Portugal ao Tratado de Proibição de Armas Nucleares. Este tratado foi aprovado em Julho de 2017 por 122 países participantes numa conferência das Nações Unidas realizada especificamente para o efeito. O lançamento da campanha foi, simbolicamente, no dia em que a ONU assinala o Dia Internacional para a Eliminação Total das Armas Nucleares e apenas seis dias após o Tratado ter sido colocado à subscrição e ratificação por parte dos Estados.

  • pela paz nao a corrida aos armamentos 1 20190426 1104129669

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) expressa a sua mais profunda e inquietante preocupação pela grave decisão dos EUA – confirmada no passado dia 1 de Fevereiro – de se retirarem do Tratado sobre Forças Nucleares Intermédias (INF, na sigla em inglês).

    Assinado em Dezembro de 1987 entre a URSS e os EUA, o INF proíbe os misseis balísticos de alcance intermédio baseados em terra, o que significou a retirada de centenas de misseis, nomeadamente misseis norte-americanos que se encontravam instalados em vários países na Europa e que foram alvo nos anos 80 de grandes manifestações de protesto visando a sua retirada.

    Com esta perigosa decisão, a Administração Trump dá mais um passo no fomento da corrida aos armamentos e na desvinculação de tratados que têm em vista promover o desarmamento e o desanuviamento das relações internacionais.