Outras Notícias

militarismo e guerra

  • Pela adesão de Portugal ao Tratado de Proibição de Armas Nucleares: defender a paz é defender a vida

    pela adesao de portugal ao tratado de proibicao de armas nucleares defender a paz e defender a vida 1 20200716 1091297047
     
    No mês em que se assinalam os 70 anos do lançamento do Apelo e Estocolmo pelo fim das armas atómicas, o Conselho Português para a Paz e Cooperação, em conjunto com outras organizações, lança uma nova petição "Pela adesão de Portugal ao Tratado de Proibição de Armas Nucleares - Defender a paz é defender a vida", que convida todos a subscrever e divulgar.
    Leia o texto da petição:
  • Pela paz e o desarmamento!

    pela paz e o desarmamento 1 20180523 1153454515

    Não à Cimeira da NATO – não ao militarismo e à guerra!

    Nos dias 11 e 12 de Julho, irá realizar-se uma Cimeira da NATO – Organização do Tratado do Atlântico Norte –, em Bruxelas, tendo como o objectivo o reforço da sua capacidade de intervenção belicista.

    Com quase 70 anos de existência, a NATO é um instrumento destinado a servir, embora não sem querelas internas, os interesses políticos, económicos e geostratégicos dos EUA e das grandes potências da União Europeia (UE), que impulsiona a corrida aos armamentos, promove focos de tensão e de conflito, intensifica o intervencionismo militar, e prossegue guerras de agressão a Estados e povos que defendem a sua soberania e não se submetem ao seu domínio.

  • Pela paz e o desarmamento! - É urgente dissolver a NATO

    A NATO, fundada há precisamente 69 anos, representa um dos maiores obstáculos à paz no mundo. Bloco político-militar determinado pelos EUA, assume-se, embora com contradições, como um instrumento belicista ao serviço dos seus interesses e dos interesses de outros países – como o Reino Unido, a França ou a Alemanha –, contrapondo-se a todos os que anseiam e se empenham num mundo de paz, soberania e cooperação.

    Constituída a 4 de Abril de 1949 por 12 países da América do Norte e da Europa – incluindo Portugal, então sob a opressão de uma ditadura fascista –, a NATO proclamava falsamente o seu carácter «defensivo» contra uma suposta «ameaça» soviética. No entanto, após o fim do Pacto de Varsóvia (criado em 1955) e da União Soviética, verificados em 1991, a NATO não só não se dissolveu, como, e pelo contrário, se reforçou, ampliando-se a 29 países membros, promovendo dezenas de parcerias por todo o mundo, alargando o seu âmbito de intervenção, fomentando o aumento das despesas militares e a corrida aos armamentos, incluindo a mais modernas armas nucleares.

  • Pela Paz e o desarmamento. Não à militarização da União Europeia

    pela paz e o desarmamento nao a militarizacao da uniao europeia 1 20190129 1766480038

    É com grande preocupação que as organizações da Europa membros do Conselho Mundial da Paz seguem o rumo acelerado de aprofundamento da militarização da União Europeia (UE).

    As organizações da Europa membros do Conselho Mundial da Paz apelam ao envolvimento e à acção resoluta e convergente de todas as organizações e indivíduos que defendam a paz para que rejeitem e se oponham à militarização da UE – a UE, sozinha e/ou com a NATO, está a actuar contra os povos.

  • Pela Paz no Médio Oriente! Não à Guerra contra o Irão!

    pela paz no medio oriente nao a guerra contra o irao 1 20200128 1795097182

    Comprometidas com os valores inscritos na Constituição da República Portuguesa e na Carta das Nações Unidas, expressamos a nossa condenação pela perigosa escalada belicista dos EUA no Médio Oriente.

    As ameaças da Administração Trump de desencadear uma guerra de agressão contra o Irão, na sequência dos ataques norte-americanos no Iraque, no inicio deste ano – de que resultou o assassinato de importantes dirigentes militares iranianos e iraquianos –, assumem uma enorme gravidade e devem ser repudiadas por todos quantos se colocam do lado da paz, da soberania e do direito internacional.

  • Pela Paz, fim às armas nucleares!

    pela paz fim as armas nucleares 1 20200708 1021872975
     
    O Conselho Português para a Paz e Cooperação, em conjunto com a Movimento de Municípios pela Paz, assinalando o 3º aniversário da aprovação do Tratado de Proibição de Armas Nucleares nas Nações Unidas, inaugurou hoje, dia 7 de Julho, no centro comercial Rio Sul, no Seixal, uma exposição contra as armas nucleares que permanecerá exposta durante uma semana.
    Na inauguração participaram a vereadora da Câmara Municipal do Seixal, Manuela Calado, a presidente da direção nacional do CPPC, Ilda Figueiredo, e o diretor do centro comercial Rio Sul, Paulo Ruivo.
    Estiveram ainda presentes autarcas locais e representantes de associações.
  • Pela Paz, Não à guerra dos EUA contra o Irão

    pela paz nao a guerra dos eua contra o irao 1 20190802 1555150882

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação expressa a sua profunda preocupação com a crescente tensão militar no Golfo Pérsico promovida pelos Estados Unidos da América (EUA) que trouxeram de volta a ameaça de se lançarem numa nova guerra de agressão, desta feita contra o Irão, após o Presidente dos EUA, Donald Trump, ter anunciado, em Maio do ano passado, a decisão de retirar o seu país do Acordo sobre a Produção de Energia Nuclear pela República Islâmica do Irão, assinado em Julho de 2015, entre EUA, Alemanha, China, França, Rússia e Irão. Acordo cuja execução foi monitorizada pela Agência Internacional da Energia Atómica, organização da ONU, a qual foi unânime a atestar que o Irão cumpriu escrupulosamente a sua parte.

    Após aquela decisão os Estados Unidos decidiram restaurar sanções políticas e económicas com carácter extra-territorial – abrangendo a exportação de petróleo e de minerais tais como ferro, aço, alumínio e cobre – à margem e em confronto com o direito internacional, deixando evidentes as suas intenções belicistas. A par disso, a 11 de Maio, a pretexto de uma hipotética ameaça do Irão aos seus interesses e dos seus aliados na região, os EUA decidiram reforçar a presença militar no Golfo Pérsico, com o envio de uma força composta pelo navio USS Arlington levando a bordo fuzileiros, veículos anfíbios, e mísseis Patriot, que se juntaram aos militares e armamento do porta-aviões nuclear USS Abraham Lincoln.

  • Pela paz, pela segurança, pelo futuro da Humanidade!

    Dezenas de organizações portuguesas associaram-se em torno da campanha que o Conselho Português para a Paz e Cooperação lançou a 26 de Setembro de 2017 visando a adesão de Portugal ao Tratado de Proibição de Armas Nucleares. Este tratado foi aprovado em Julho de 2017 por 122 países participantes numa conferência das Nações Unidas realizada especificamente para o efeito. O lançamento da campanha foi, simbolicamente, no dia em que a ONU assinala o Dia Internacional para a Eliminação Total das Armas Nucleares e apenas seis dias após o Tratado ter sido colocado à subscrição e ratificação por parte dos Estados.

  • Pela Paz! Não à corrida aos armamentos!

    pela paz nao a corrida aos armamentos 1 20190426 1104129669

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) expressa a sua mais profunda e inquietante preocupação pela grave decisão dos EUA – confirmada no passado dia 1 de Fevereiro – de se retirarem do Tratado sobre Forças Nucleares Intermédias (INF, na sigla em inglês).

    Assinado em Dezembro de 1987 entre a URSS e os EUA, o INF proíbe os misseis balísticos de alcance intermédio baseados em terra, o que significou a retirada de centenas de misseis, nomeadamente misseis norte-americanos que se encontravam instalados em vários países na Europa e que foram alvo nos anos 80 de grandes manifestações de protesto visando a sua retirada.

    Com esta perigosa decisão, a Administração Trump dá mais um passo no fomento da corrida aos armamentos e na desvinculação de tratados que têm em vista promover o desarmamento e o desanuviamento das relações internacionais.

  • Pela Paz! Não à NATO! - Lisboa

    Em Lisboa, o Conselho Português para a Paz e Cooperação em conjunto com mais de duas dezenas de organizações, assinalaram os 65 anos da criação da NATO com uma iniciativa pública em que participaram várias dezenas de pessoas, incluíndo cerca de duas dezenas de jovens representantes de organizações membro da Federação Mundial da Juventude Democrática, provenientes de vários países.


    A iniciativa em defesa da Paz e contra a NATO iniciou-se com a concentração, junto aos Armazéns do Chiado, dos participantes que em seguida se deslocaram até ao Largo Camões, onde intervieram representantes da CGTP-IN, do CPPC, o presidente da FMJD. Maria do Céu Guerra encerrou a iniciativa com a leitura do poema Datas de Vasco Cabral.
    Ao longo do percurso e nos discursos proferidos a NATO foi denunciada pela sua natureza agressiva e criminosa como principal inimiga da Paz e dos povos do mundo.



    O poema lido por Maria do Céu Guerra

    Datas

    Há datas que não são um número, um mês e um ano.
    Há datas que vivem dentro de nós
    Vivem com a nossa intimidade, o nosso calor.
    São como que a linfa do nosso sangue.
    (A minha infância, o despertar!)

    Há datas que falam como se tivessem boca
    e deixam um traço cá dentro, na alma,
    como uma cicatriz num rosto.
    (A tristeza e a dor dos horrores da guerra!)

    Um dia de chuva toda gente esquece.
    Mas um dia de cheia vive no coração dos pobres
    como a melancolia das árvores desfolhadas no coração do poeta.
    Como um grito sem destino que furasse o céu
    Viveria no coração dos homens!

    Um dia de Paz parece um dia vulgar
    Mas é como um canto de glória na voz da Primavera
    Um dia de Paz não é nunca um dia vulgar!

    In A luta é a minha primavera de Vasco Cabral

     

  • Pela Paz! Não à NATO! - Porto

    Decorreu hoje, no Porto, um acto público de protesto contra a NATO, para assinalar os 65 anos da sua criação.

    Na iniciativa, com o lema “PELA PAZ, NÃO À NATO”, dezenas de participantes reafirmaram as justas e legítimas reivindicações e aspirações em prol da paz, designadamente:

    - Oposição à NATO e a todos os blocos militaristas e seus objectivos belicistas;
    - Retirada das forças portuguesas envolvidas em missões militares da NATO;
    - Encerramento das bases militares estrangeiras, nomeadamente em território nacional;
    - Dissolução da NATO;
    - Desarmamento e fim das armas nucleares e de destruição massiva;
    - Exigência do respeito e cumprimento da Constituição da República Portuguesa e das determinações da Carta das Nações Unidas, em defesa do direito internacional e pela soberania e igualdade dos povos.

     

    Pela Paz! Não à NATO - Porto

  • Pompeo e Netanyahu não são bem vindos a Portugal!

    pompeo e netanyahu nao sao bem vindos a portugal 1 20191212 1323891475

    «Mike Pompeo e Benjamin Netanyahu não são bem-vindos a Portugal» foi, mais do que o mote, o clamor que sobressaiu da acção pública realizada ao final da tarde de sexta-feira, 6 de Dezembro, no Largo Camões, espaço nobre da capital, já célebre pelas iniciativas em defesa da paz que regularmente ali têm lugar.

    A visita do Secretário de Estado norte-americano e do ainda primeiro-ministro israelita fez convergir, na ação, diferentes críticas e causas: da oposição à guerra e ao militarismo à defesa do desarmamento e da dissolução da NATO; a solidariedade com os povos ameaçados e atacados pelo imperialismo norte-americano e o sionismo israelita; a rejeição do racismo e da xenofobia e a salvaguarda do meio ambiente e recursos naturais. De tudo isto e muito mais falaram os representantes de três organizações promotoras da ação – Filipe Ferreira, pelo CPPC; Jorge Cadima, pelo MPPM; e João Barreiros, pela CGTP-IN – e ainda o refugiado político colombiano Hector Mondragon.

  • Realizou-se iniciativa em defesa da Paz e contra a guerra no Irão

    realizou se iniciativa em defesa da paz e contra a guerra no irao 1 20200115 1969471608

    Realizou-se no Porto, no dia 13 de Janeiro uma iniciativa do CPPC, na Praça da Palestina, em defesa da Paz e contra a guerra no Irão.

    Esta iniciativa denunciou a criminosa intervenção dos EUA contra o Iraque, e o Irão e a crescente ameaça de guerra que estas intervenções provocam, criando na região um clima de cada vez maior instabilidade e insegurança.

    Nas intervenções do sindicalista Henrique Borges e de Ilda Figueiredo pelo CPPC, sublinharam-se as tomadas de posição contra estas sucessivas guerras no Médio Oriente na Ásia, a que , desde 2003, lamentavelmente Portugal está ligado, seja pela Cimeira das Lajes que precedeu a invasão do Iraque, seja pelo recente encontro em Lisboa entre dirigentes de EUA e de Israel e que precedeu esta nova ofensiva norte-americana contra o Irão e o Iraque. Foi exigida uma política internacional que respeite a Carta da ONU e a Constituição da República Portuguesa, exigindo também o regresso dos militares portugueses.

    Foi afirmado que o CPPC vai continuar a lutar pela Paz e contra a guerra, como os participantes na iniciativa gritaram a várias vozes. Iniciativas em defesa da paz vão continuar, com a realização do Concerto pela Paz no próximo dia 25 de Janeiro, no Rivoli, no Porto.

  • Revisão da Política Nuclear dos EUA - acrescido perigo para a Paz

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) manifesta a sua profunda preocupação pela revisão da política nuclear dos EUA, tornada pública pelo Pentágono no passado dia 2 de Fevereiro.

    O CPPC considera que a denominada revisão da política nuclear dos EUA (Nuclear Posture Review – NPR) representa um passo particularmente perigoso na escalada militarista que marca o nosso tempo, que poderá ter catastróficas consequências para a Humanidade, a não ser contrariada através de fortes iniciativas a favor da Paz mundial.

    Com a NPR, a Administração norte-americana assume a intenção de expandir, desenvolver e modernizar o seu arsenal de armas nucleares e diversos componentes da chamada tríade nuclear – composta por: mísseis balísticos intercontinentais terrestres, bombardeiros estratégicos e mísseis balísticos lançados por submarinos –, e que é acompanhada da possibilidade da utilização de armas nucleares por outro tipo de vectores e da instalação de um sistema anti-míssil de âmbito global, particularmente visando a Rússia e a China – rompendo com acordos de desarmamento, como o «Tratado de Forças Nucleares de Alcance Intermediário», de 1987.

  • Sessão cultural pela paz e o desarmamento em Almada

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) promove no dia 27 de Janeiro às 15 horas no Cineteatro da Academia Almadense (Rua Capitão Leitão, Almada) uma sessão cultural pela paz e o desarmamento.

    Nesta sessão, inserida na campanha que tem em curso pela assinatura por parte de Portugal do Tratado de Proibição de Armas Nucleares, participam o cantautor Samuel, a Companhia de Dança de Almada, os Rumores d' Além Tejo, Almada Street Band e o grupo de dança The Future Iz Us. A sessão, que será apresentada pela atriz Luzia Paramés, conta ainda com depoimentos do presidente da Confederação Portuguesa das Coletividades de Cultura, Recreio e Desporto, Augusto Flor, do diretor da Companhia de Teatro de Almada, Rodrigo Francisco, da diretora da Escola Secundária Fernão Mendes Pinto, professora Ana Pina, e de Hernâni Magalhães do CPPC.

    Desta campanha consta uma petição que reclama das autoridades portuguesas a adesão ao Tratado de Proibição de Armas Nucleares, aprovado em Julho do ano passado por 122 países das Nações Unidas.

    A petição decorre com recolha presencial em papel e na Internet, podendo ser assinada aqui: http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=nao-armas-nucleares.

     

  • Sessão evocativa do 73.º aniversário dos bombardeamentos de Hiroxima e Nagasáqui

    sessao evocativa 73 aniversario dos bombardeamentos de hiroxima e nagasaqui 1 20180817 1514593963

    Nos dias 6 e 9 de agosto assinala-se o 73.º aniversário dos bombardeamentos de Hiroxima e Nagasáqui, duas das maiores atrocidades cometidas pela mão do ser humano, de forma consciente e calculista, contra a Humanidade, revelando os efeitos nefastos e devastadores da utilização de armamento nuclear.

    No âmbito dos compromissos assumidos pelo Movimento dos Municípios pela Paz, a Câmara Municipal do Seixal e o Conselho Português para a Paz e Cooperação, conscientes da importância de combater a corrida aos armamentos nucleares e a outras armas de destruição maciça, assinalam esta efeméride, relembrando os valores da paz e do respeito pelos direitos humanos.

    No dia 11 de agosto, sábado, às 21 horas, decorre no stand da Câmara Municipal do Seixal nas Festas Populares de Amora uma sessão evocativa do 73.º aniversário dos bombardeamentos de Hiroxima e Nagasáqui, de forma a impedir que os danos provocados pela utilização deliberada de armas nucleares caiam no esquecimento. Desta sessão fazem parte intervenções de Joaquim Santos, presidente da Câmara Municipal do Seixal, e de Filipe Ferreira, do Conselho Português para a Paz e Cooperação, e ainda a apresentação do vídeo «Pela Paz, pela Segurança, pelo Futuro da Humanidade» e a visita à exposição com o mesmo nome.

  • Sessão Pública | Pela Paz,Guerra Não! Irão na mira dos EUA | Lisboa

    sessao publica pela pazguerra nao irao na mira dos eua lisboa 1 20200113 1023786550

  • SIM À PAZ! NÃO À NATO!

    Em defesa da paz e da segurança no mundo! Não aos objectivos belicistas da Cimeira da NATO de Bruxelas!

     

  • Sim à Paz! Não à NATO!

    sim a paz nao a nato 1 20180704 1593137836

    Realizou-se no dia 28, na baixa lisboeta, uma conferência de imprensa das organizações e movimentos que integram a campanha «Sim à Paz! Não à NATO!», que deram nota das iniciativas previstas e explicitaram os seus objectivos. Em seguida, o texto da Conferência de Imprensa e as organizações promotoras.

    ......

  • Sim à Paz! Não à NATO! Cimeira de Bruxelas é acrescida ameaça à paz

    sim a paz nao a nato 2 20180704 1807815146

    Os principais tópicos da Cimeira da NATO foram apresentados dia 28 de Maio pelo seu Secretário-geral, Jens Stoltenberg, na assembleia parlamentar daquela organização militar.
    Por mais que os tenha procurado dissimular, sob 'pacíficas' palavras, os objectivos belicistas são evidentes.

    Nesta Cimeira os líderes da NATO vão debater, entre outros aspectos:

    - o gradual aumento das despesas militares dos membros europeus da NATO para dois por cento do seu Produto Interno Bruto, até 2024;
    - a presença militar da NATO no Afeganistão, no Iraque e na Líbia, países destruídos por guerras de agressão da responsabilidade da NATO e de seus membros;
    - o reforço do estacionamento de forças militares da NATO, incluindo dos EUA, no Leste da Europa, visando a Federação Russa;
    - o reforço da União Europeia como «pilar europeu» da NATO, sendo que a militarização da UE – que avançou consideravelmente nos últimos meses – é apontada como complementar à NATO, que se mantém como 'tutora' e principal organização de cariz militar.

    Stoltenberg aponta como objectivo no quadro da NATO, e de forma propagandista, a existência de 30 batalhões mecanizados, de 30 esquadrões aéreos e de 30 navios de combate, que possam estar em 30 dias prontos para combate.