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A cada vez mais urgente dissolução da NATO

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A Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO) completa 72 anos a 4 de Abril. A sua existência é totalmente injustificável à luz da Carta das Nações Unidas e contrária à paz e ao desarmamento. A sua dissolução é hoje mais do que nunca uma necessidade e uma exigência colocada aos povos do mundo.
O caráter belicista e agressivo da NATO, ao serviço dos interesses dos EUA, e a urgência da sua dissolução são há muito evidentes: nas guerras e agressões que promove; nas fabulosas despesas com armamento que assume; na doutrina nuclear que preconiza, em que se arroga no «direito» de utilização de armamento nuclear num primeiro ataque contra outro estado. Contudo, a pandemia da COVID-19 torna ainda mais claro que este bloco político-militar coloca a guerra, o intervencionismo, a corrida armamentista, o militarismo acima do direito à saúde, ao bem-estar e à própria vida.
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Bombardeamento norte-americano à Síria é ilegal e constitui um novo ato de agressão dos EUA no Médio Oriente

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O Conselho Português para a Paz e Cooperação condena os bombardeamentos norte-americanos efetuados dia 25 de fevereiro sobre território sírio, que constituem mais um ato de agressão contra aquele país e uma nova violação do Direito Internacional.
Esta ação militar decidida pela nova administração norte-americana afronta de forma flagrante a Carta das Nações Unidas e o Direito Internacional, demonstrando na prática o que sucessivas declarações já permitiam adivinhar: em política externa, os objetivos da administração Biden não divergem daqueles que nortearam a atuação das suas antecessoras.
O que estes ataques parecem confirmar é a intenção dos EUA em prosseguirem com a ocupação ilegal de territórios do norte e sul da Síria e com a política de ingerência e agressão que marca há décadas a sua presença na no Médio Oriente.
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76º Aniversário da Libertação de Auschwitz

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O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) associa-se à celebração do Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, efeméride com que as Nações Unidas procuram preservar a memória dos milhões de vítimas do genocídio promovido pelo nazi-fascismo alemão e celebrar a libertação de um dos principais campos de concentração, Auschwitz, pelas tropas soviéticas, no dia 27 de janeiro de 1945.
O Holocausto não foi simplesmente o resultado do impulso de um louco ou de um punhado de loucos. Os nazis promoveram a xenofobia, o racismo, o ressentimento e a aversão às minorias, para amalgamar o povo alemão em torno do seu projeto económico, social e político de defesa dos interesses dos grandes grupos económicos alemães, contra o que fosse diferente, estrangeiro, ou se opusesse a tal projeto.
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