Concerto pela Paz | Porto | 2019


Combater as Desigualdades - Avançar nos Direitos – Valorizar os Trabalhadores
15 de Novembro (15 Horas) - M. Pombal / Restauradores
O CPPC - Conselho Português para a Paz e a Cooperação, consciente que a defesa da Paz é indissociável da luta dos trabalhadores e dos povos por melhores condições de vida e contra as desigualdades e as injustiças sociais, expressa o seu apoio e adesão à Manifestação Nacional convocada pela CGTP-IN para dia 15 de Novembro, em Lisboa.

Assinala-se no próximo dia 11 de Novembro, o Dia do Armistício, que em 1918 pôs fim à Primeira Guerra Mundial.
A Grande Guerra, envolvendo as maiores potências económicas e militares da época (de um lado os impérios alemão, austro-húngaro e turco; do outro os impérios britânico, francês e russo e os EUA, entre outros), resultou de rivalidades entre elas pelo domínio de colónias, rotas comerciais e mercados – em nome desses interesses foram sacrificadas 20 milhões de vidas humanas. Neste conflito generalizado, travado na maior parte do tempo nas deploráveis condições das trincheiras, foram pela primeira vez utilizadas – pelo menos em grande escala – armas como aviões de combate, carros blindados, submarinos, artilharia pesada e armas químicas.

O Conselho Português para a Paz e Cooperação participou em duas importantes iniciativas realizadas na República Árabe da Síria: a reunião do Comité Executivo do Conselho Mundial da Paz (CMP), nos dias 27 e 28 de Outubro, e numa missão internacional de solidariedade com o povo e a juventude sírios promovida, entre 29 e 31, pelo Conselho Mundial da Paz e a Federação Mundial da Juventude Democrática.
Na reunião do Comité Executivo do CMP, em que participaram 56 delegados em representação de 29 organizações de 28 países, foi aprovado um comunicado no qual se expressa «profunda solidariedade ao povo sírio, que há mais de sete anos enfrenta uma agressão coordenada e sem precedentes dos EUA, NATO, União Europeia e os seus aliados regionais, utilizando os vários grupos terroristas mercenários como instrumentos dos seus planos de controlo da região».