Assembleia da Paz | 16 março | Lisboa


O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) saúda o Povo Sarauí e a sua legítima representante, a Frente Polisário, pelo 43º aniversário da proclamação da República Árabe Sarauí Democrática, que teve lugar a 27 de Fevereiro de 1976, em Bir Lehlu, reafirmando o seu apoio à luta do povo sarauí por uma pátria livre e soberana nos territórios históricos do Sara Ocidental.
Considerado a última colónia de África, dois terços do território foi, em 1975, ocupado pelo Reino de Marrocos. O Sara Ocidental é considerado, à luz do Direito Internacional e das Resoluções da Organização das Nações Unidas, um território ainda não descolonizado.

Leia a intervenção de Ilda Figueiredo, em representação do Conselho Português para a Paz e Cooperação, no ato político-cultural "Pela Paz! Solidariedade com a Revolução Bolivariana!" ocorrida no passado dia 22 de Fevereiro na Voz do Operário em Lisboa.
"Em nome do Conselho Português para a Paz e Cooperação e de todas as organizações promotoras, saúdo as amigas e amigos que connosco participam neste imprescindível ato político cultural em defesa da Paz e de afirmação da solidariedade com a Revolução Bolivariana, destacando em particular os artistas que vamos ver e ouvir, assim como a direção e os trabalhadores da Voz do Operário que nos cederam esta sala e apoiaram na organização desta sessão.
Um caloroso agradecimento a todos os que tornaram possível esta iniciativa.

Leia o apelo lançado na iniciativa "Pela Paz! Solidariedade com a Revolução Bolivariana!", realizada no passado dia 22 de Fevereiro.
PELA PAZ!
SOLIDARIEDADE COM A REVOLUÇÃO BOLIVARIANA!
Nós mulheres e homens solidários com a Venezuela bolivariana,
Condenamos firmemente, desde de Portugal, a inaceitável ameaça reiterada por Donald Trump, Presidente dos EUA, de agredir militarmente a República Bolivariana da Venezuela e o povo venezuelano.
Denunciamos a operação de ingerência e agressão, sustentada numa ampla campanha de desinformação e mentira, que deliberadamente esconde que na raiz de dificuldades sentidas pelo povo venezuelano – que atingem também a comunidade portuguesa na Venezuela – está um feroz e desumano bloqueio económico e financeiro promovido pelos EUA e subservientemente seguido pelos seus subordinados.