Outras Notícias

Dia Internacional da Paz

  • Debate em Setúbal "A situação Internacional e a Luta pela Paz"

    No âmbito das comemoraçoes do Dia Internacional da Paz o Conselho Português para a Paz e Cooperação realizou, no dia 22 de Setembro, na Biblioteca Publica Municipal de Setúbal, a sessão “Situação Internacional e a Luta pela Paz.

    Ilda Figueiredo, Presidente da Direcção do CPPC dirigiu a sessão que contou com a presença de dezenas de pessoas, onde se destaca a presença da Exma. Srª. Presidente da Câmara Maria das Dores Meira, em representação da Câmara Municipal de Setúbal, através de quem foi agradecido o apoio dado pelo município à iniciativa em concreto e ao CPPC no caminho partilhado de luta pela paz.

    Foram abordados vários temas como a indústria do armamento e o papel central dos EUA nesse mercado, a questão Palestina com destaque para os ataques recentes à Faixa de Gaza e a questão da Cimeira da Nato, realizada ainda este mês no Reino Unido onde, por exemplo, os países membro acordaram aumentar as suas despesas militares.

  • Debate no Porto "Dia Internacional da Paz"

    Integrado nas acções que assinalaram o Dia Internacional da Paz, o CPPC e a UPP inauguraram, no Porto, no dia 20 de Setembro a exposição " Construir a Paz com os valores de Abril". Seguiu-se um animado debate sobre a situação internacional, com dezenas de pessoas, tendo-se registado diversas intervenções que alertaram para os perigos existentes nesta fase de intensificação das agressões imperialistas dos EUA, da NATO e de diversos países da União Europeia. O Debate foi coordenado por Joana Espain Oliveira do Núcleo do Porto do CPPC e que contou com a participação de Sérgio Vinagre, médico e director da Universidade Popular do Porto e Ilda Figueiredo, presidente da direção do CPPC.

    No final, houve um convívio , depois do apelo feito a que haja mais aderentes nesta luta pela paz, pois todos não somos demais!

     

  • Dia Internacional da Paz

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    Neste 21 de Setembro, Dia Internacional da Paz, o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) apela ao empenhamento e mobilização em defesa da paz e dos princípios inscritos na Constituição da República Portuguesa e na Carta das Nações Unidas, como:
    - A soberania e os direitos dos povos;
    - A igualdade soberana dos estados;
    - A solução pacífica e negociada dos conflitos internacionais;
    - O não recurso à força ou à ameaça do recurso à força nas relações internacionais;
    - O desarmamento geral, simultâneo e controlado.
  • Dia Internacional da Paz

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    Hoje, dia 21 de setembro, data definida, em 1981, pela Organização das Nações Unidas como o Dia Internacional da Paz, o Conselho Português para a Paz e Cooperação reitera o seu compromisso de contribuir para a mobilização de tantos quanto possível em prol da defesa da paz, contra a militarização das relações internacionais e a guerra.
    Celebrar o Dia Internacional da Paz é sublinhar a importância da defesa e da promoção da paz, um direito de todos os povos, que passa pelo respeito do direito à autodeterminação e da soberania na escolha do seu caminho, princípios fundamentais consagrados na Carta das Nações Unidas.
    Comemorar este dia é afirmar que queremos a paz, a amizade, a solidariedade, a cooperação entre todos os povos do mundo. É afirmar o direito à justiça e ao progresso social. É recordar que a defesa destes valores é fundamental para construir um mundo melhor, para assegurar o futuro da Humanidade.
    Reveste-se de grande importância assinalar esta data em 2022, num contexto internacional preocupante e imprevisível, em que os povos são confrontados com o fomento, a continuação e a intensificação de conflitos e da guerra em diversas partes do mundo – como na Palestina, no Sara Ocidental, na Síria, no Iémen, na Ucrânia –, a corrida aos armamentos, com a produção de mais e mais sofisticadas armas, incluindo nucleares, a instalação de mais bases militares em países terceiros.
  • Dia Internacional da Paz

    A 21 de Setembro assinala-se o dia Internacional da Paz, declarado pela ONU, a 30 de Novembro de 1981, como o dia da não-violência e cessar fogo em todo o mundo, o dia em que, para além de se pensar ou falar em Paz entre os povos, deve-se agir em prol da Paz, enquanto factor indispensável ao progresso, ao desenvolvimento e justiça social.

    Num ano em que se intensificou o aumento de conflitos, bloqueios, ingerências externas, repressão contra povos e subversão do direito internacional, o Conselho Português para a Paz e Cooperação reafirma o seu empenho e o seu compromisso no reforço do movimento da Paz em Portugal, continuando a denunciar e a combater as crescentes injustiças e todas as formas de opressão dos povos, defendendo o cumprimento do artigo 7º da Constituição de Abril e o espírito da Carta da ONU.

    A Paz só é tangível quando todos os povos tiverem o direito ao bem estar, à alimentação, à água, à saúde, à habitação, à educação, ao trabalho, à cultura, ao lazer e à recreação, a um ambiente saudável, à liberdade, à soberania, à justiça e ao desenvolvimento económico, sendo estas condições essenciais a uma vida digna e estável. Assim, as populações devem exigir dos seus governos uma política de Paz, solidariedade e cooperação, em que sejam respeitados os direitos dos povos e as suas liberdades fundamentais, a igualdade entre os Estados e a soberania e independência dos países, apelando também a soluções pacíficas dos conflitos internacionais.

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação assinala este dia participando em diversas iniciativas, a começar a 20 de Setembro, com a realização de uma conversa sobre o dia Internacional da Paz e a inauguração da exposição “Construir a Paz com os valores de Abril” na Universidade Popular do Porto.
    Prossegue, de 21 a 28 de Setembro, na Junta da União das Freguesias de Fânzeres e S. Pedro da Cova, onde se realiza a Semana da Paz e será divulgada a exposição “Construir a Paz com os valores de Abril", que contará, no dia 21 de Setembro, às 17:00, na Junta de Freguesia de S. Pedro da Cova, com a participação da Presidente da Direcção do CPPC numa tertúlia sobre a Paz.

    Por fim, dia 22 de Setembro na Biblioteca Pública Municipal de Setúbal, pelas 21:00, será debatido o tema “A situação internacional e a luta pela Paz” também com a participação da Presidente da Direcção do CPPC.

    Direcção do CPPC

  • Dia Internacional da Paz - 21 de Setembro

    Em poucos momentos, como neste tempo que vivemos, terá sido tão importante assinalar o Dia Internacional da Paz – proclamado em 1981 pelas Nações Unidas –, dadas as múltiplas e graves ameaças à paz com que os povos, com que a Humanidade está actualmente confrontada.

    É impossível não constatar o incremento do militarismo, da corrida a novas e mais sofisticadas e destruidoras armas, incluindo nucleares, da instalação de novas forças e meios militares, que os Estados Unidos e a NATO estão a promover na Europa e, um pouco, por todo o Mundo – países que, só por si, representam já cerca de metade das despesas militares no mundo.

    As inúmeras operações de ingerência e de desestabilização contra Estados soberanos, as guerras de agressão e ocupação, sucedem-se em vários pontos do globo, seja no Médio Oriente, na Ásia Central ou em África, mas também na Europa – Afeganistão, Iraque, Líbia, Síria, Iémene, Ucrânia... são palavras que entraram no quotidiano das nossas vidas e que representam nestes países morte, sofrimento e destruição para milhões e milhões de seres humanos.

  • DIA INTERNACIONAL DA PAZ - 21 de Setembro

    Comemora-se hoje o Dia Internacional da Paz, iniciativa lançada pelas Nações Unidas em 1981. Associando-se à comemoração deste dia, o Conselho Português para a Paz e Cooperação está ciente da sua importância e da absoluta necessidade de, no tempo em que vivemos, unir esforços e vontades para defender a Paz, intervir contra a guerra, a militarização das relações internacionais, a corrida aos armamentos, e pelo desarmamento, a dissolução dos blocos político-militares e relações internacionais baseadas na cooperação e na amizade entre os povos e no respeito pela soberania e independência dos Estados.

    A luta pela Paz ganha hoje redobrada actualidade dada a multiplicação de ingerências, agressões e conflitos, que estão a provocar a morte, o sofrimento e a destruição em muitos pontos do mundo, incluindo o maior número de refugiados desde a Segunda Guerra Mundial, na sua maioria provenientes precisamente dos países vítimas da guerra e agressão externas, como a Síria, o Iémen, a Líbia, o Iraque, o Afeganistão, a Ucrânia, a Palestina, entre outros.

  • Dia Internacional da Paz - Rio Maior

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação participará das comemorações do Dia Internacional da Paz, próxima 4ª feira 21 de Setembro, em Rio Maior.

     

  • Dia Internacional da Paz - Soure

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    No dia 21 de Setembro a Câmara Municipal de Soure decidiu assinalar o Dia Internacional da Paz, tal como foi decidido pelo Movimento dos Municípios pela Paz de que faz parte.

    No átrio foi inaugurada a exposição "Pela paz, pela segurança, pelo futuro da Humanidade!" que chama a atenção para a luta contra as armas nucleares e a campanha pela assinatura e ratificação do Tratado contra as armas nucleares, que foi cedida pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), e que poderá seguir para as escolas do concelho.

  • Dia Internacional da Paz - Soure

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    O CPPC participará pelas 15h00 do dia 21 de Setembro na Sessão Evocativa do Dia Internacional da Paz, que decorrerá no Salão Nobre dos Paços do Concelho em Soure.

    Nesta sessão, que se insere nas Festas de São Mateus, promovidas pelo município, e que contará com a presença do presidente da Câmara Municipal de Soure, Dr. Mário Jorge Nunes e da presidente da Direcção Nacional do CPPC, Ilda Figueiredo, será inaugurada a exposição "Pela paz, pela segurança, pelo futuro da Humanidade!".

  • DIA INTERNACIONAL DA PAZ | 21 DE SETEMBRO

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    Neste 21 de Setembro, Dia Internacional da Paz, o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) apela ao empenhamento e mobilização em defesa dos princípios inscritos na Carta das Nações Unidas e na Constituição da República Portuguesa, como a soberania e os direitos dos povos, a igualdade soberana dos estados, a solução pacífica e negociada dos conflitos internacionais, o não recurso à força ou à ameaça do recurso à força nas relações internacionais, o desarmamento geral, simultâneo e controlado.

    É na concretização destes princípios que será possível salvaguardar a paz e a segurança no mundo, hoje seriamente ameaçadas pela ação daqueles que afrontam, de forma clara, as normas de convivência pacífica entre os povos e os Estados alcançadas e estabelecidas no Direito Internacional após o final da Segunda Guerra Mundial. Cabe aos povos do mundo, através da sua mobilização, união e ação organizada, fazer com que os governos os implementem e defendam.

  • Dia Internacional da Paz | Loures

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    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) em parceria com o Município de Loures assinalaram o Dia Internacional da Paz, 21 de setembro, promovendo a exibição da exposição "Pela Paz, pelo futuro da humanidade, pela assinatura por parte de Portugal do tratado de proibição de Armas Nucleares”, no Museu de Cerâmica de Sacavém.

    No dia 21 de setembro, foi ainda hasteada, no museu, a bandeira do Movimento dos Municípios pela Paz, do qual Loures faz parte.

  • Dia Internacional da Paz 2016 - Rio Maior

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação participou nas comemorações do Dia Internacional da Paz em Rio Maior, no passado dia 21 de Setembro.

    Ao longo do dia várias iniciativas, envolvendo escolas, associações e artistas locais, assinalaram em diversos locais da cidade a efeméride.

    No cineteatro municipal foi inaugurada a exposição do CPPC “Construir a Paz com os Valores de Abril” que ficará patente ao público na Biblioteca Municipal de Rio Maior até o final do mês.

     

  • Dia Internacional da Paz assinalado no Seixal

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) e a Câmara Municipal do Seixal assinalaram o Dia Internacional da Paz, 21 de Setembro, com uma acção de rua com a participação do grupo de percussão “Toca a Rufar”, junto à Baía do Seixal, seguida de uma sessão na Quinta da Fidalga dirigida por Maria José Cantarinha da direcção nacional e membro do núcleo local do CPPC.

    Na mesa estiveram ainda Joaquim Santos, Presidente da Câmara Municipal do Seixal e Gustavo Carneiro da direcção nacional do CPPC, cuja intervenção focou a actualidade e premência da luta pela Paz, no actual contexto de instabilidade internacional. Tema incontornável foram as anunciadas manobras da NATO, a realizar em Portugal, Espanha e Itália entre 3 de Outubro e o início de Novembro de 2015, envolvendo mais de 40 países e mais 25 mil efectivos, e a necessidade de, em coerência com a defesa da Paz e dos preceitos da Constituição da República Portuguesa, nomeadamente do seu artigo 7º, contestar activamente a realização destas manobras belicistas e exigir a disolução desse bloco politico-militar.

    O Presidente da Câmara Municipal do Seixal, evocou ainda a experiência de vários munícipios portugueses com a criação das Zonas Livres de Armas Nucleares (ZLAN), afirmando a disponibilidade do município para a participação em iniciativas semelhantes de defesa da Paz. Os 65 anos decorridos após a assinatura do Apelo de Estocolmo contra as armas nucleares e os 40 anos da Acta de Helsínquia, foram também temas abordados.

    No local esteve patente a exposição "Construir a Paz com os Valores de Abril", iniciativa do CPPC que teve o apoio da Câmara do Seixal e foram recolhidas assinaturas para o abaixo-assinado (http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT78172) contestando a realização das manobras da NATO, texto lançado por um conjunto de organizações portuguesas.

     

  • Dia Internacional da Paz em S. Pedro da Cova

    No Dia Internacional da Paz, 21 de Setembro, foi inaugurada na sede da Freguesia de S. Pedro da Cova a exposição " Construir a Paz com os valores de Abril", do CPPC, o que foi seguido de uma palestra muito animada em que participaram membros da Junta da União das Freguesias de Fânzeres e S. Pedro da Cova e a presidente da direcção do Conselho Português para a Paz e Cooperação, actividade integrada na Semana da Paz que aquela Junta está a promover.

  • Exposição Artistas pela Paz

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    Assinalando o Dia Internacional da Paz, a Câmara Municipal de Silves apresenta no edifício dos Paços do Concelho, de 21 de setembro a 19 de outubro, a exposição “Artistas pela Paz”. De entrada livre, a iniciativa é coorganizada com o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) e com a PAS – Peace and Art Society.

    São mais de duas dezenas os artistas que se associaram a esta mostra com trabalhos que, através da pintura, técnica mista e o desenho, tiveram como inspiração esta efeméride, proclamada pela ONU em 1981, que pretende sensibilizar as pessoas para a promoção de ações que tenham como resultado o fim dos conflitos entre povos e a paz mundial.

    De referir que a exposição coletiva “Artistas pela Paz” tem a sua inauguração marcada para o próximo dia 21 de setembro, pelas 15h00.

  • Não aos Exercícios Militares da NATO - distribuição de documentos

    Assinalando o Dia Internacional da Paz, o CPPC em conjunto com outras organizações subscritoras da campanha em defesa da Paz "Não aos Exercícios Militares da NATO", efectuaram uma distribuição de documentos no interface de transportes públicos do Cais do Sodré em Lisboa.

    No local também foram recolhidas assinaturas para o abaixo assinado contra as manobras da NATO (http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT78172).

     

  • No dia 21 de Setembro, alargar a ação pela paz

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    Assinalando o Dia Internacional da Paz, instituído pela ONU, que todos os anos se celebra a 21 de Setembro, o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) salienta os perigos de guerra que marcam o mundo de hoje e apela ao reforço da mobilização em defesa da paz, do desarmamento, do respeito pelos direitos dos povos.
     
    No Médio Oriente, agrava-se, a cada dia, o genocídio do povo palestiniano na Faixa de Gaza e na Cisjordânia, levado a cabo por Israel: às dezenas de milhares de mortos, feridos, estropiados, órfãos, refugiados (muitos dos quais crianças), somam-se os que são agredidos e expulsos das suas casas por colonos e militares israelitas, os que são presos e torturados. Um massacre que resulta de uma ocupação ilegal que tem décadas e que só é possível graças ao apoio militar, económico e diplomático concedido a Israel pelos EUA, Reino Unido e potências da União Europeia.
     
    No Leste da Europa, prossegue sem fim à vista uma guerra que nunca deveria ter começado e a que urge pôr fim o quanto antes, sob pena de poder escalar para níveis desastrosos. Uma guerra que tem já mais de uma década e que não é alheia ao processo de militarização do centro e Leste da Europa, da disseminação de bases militares e sistemas de mísseis, da realização de exercícios militares, do alargamento da NATO até às fronteiras da Federação Russa. Uma guerra que penaliza os povos dos países diretamente envolvidos, mas também os restantes povos da Europa, prejudicados nas suas condições de vida e nos seus direitos, enquanto engorda os lucros dos grupos do armamento, da energia, da alimentação.
     
    Neste Dia Internacional da Paz, o CPPC realça e sauda também a resistência dos povos e o aumento do número dos que, em todo o mundo, fazem ouvir a sua voz em defesa da solução pacífica dos conflitos, do desanuviamento das relações internacionais, do desarmamento, da soberania dos Estados e dos direitos dos povos. É no alargamento do campo da paz que está o caminho para um mundo mais pacífico e mais justo.
     
    O CPPC destaca a iniciativa «Janela Branca pela Paz», promovida pela UNICEF e que tem expressão em várias escolas do País, realçando a importância da educação e da cultura para a paz, áreas nas quais o CPPC se tem empenhado nos últimos anos, promovendo e participando em centenas de sessões em escolas, exposições de artes plásticas, concertos e outras iniciativas.
     
    Ao assinalar o Dia Internacional da Paz, o CPPC apela à participação na jornada de solidariedade com a Palestina, que promove juntamente com outras organizações, entre 2 e 12 de outubro, em várias localidades do País, por um cessar-fogo imediato e permanente, o fim da escalada de confrontação e o respeito e cumprimento dos direitos nacionais do povo palestiniano, com a criação do Estado da Palestina, como determinam inúmeras resoluções da ONU. A jornada nacional terá expressão em:
     
    2 de outubro, 18h00, Coimbra: desfile, da Rotunda Cindazunda à Praça 8 de maio
    3 de outubro, 18h00, Portalegre: desfile da Praça da República ao Rossio
    3 de outubro, 18h00, Setúbal: concentração na Praça do Bocage
    4 de outubro, 16h00, Covilhã: desfile do Jardim Público ao Pelourinho
    4 de outubro, 18h00, Alpiarça: concentração no Jardim Municipal
    5 de outubro, 10h00, Viseu: Rossio
    6 de outubro, 15h30, Porto: desfile da Praça dos Poveiros à Praça General Humberto Delgado
    7 de outubro, 18h30, Évora: concentração na Rua João de Deus
    8 de outubro, 15h00, Guarda: ação de esclarecimento do Jardim José de Lemos
    8 de outubro, 17h30, Leiria: ato público na Fonte Luminosa
    9 de outubro, 17h00, Viana do Castelo: desfile do Jardim D. Fernando à estação da CP
    9 de outubro, 18h00, Beja: desfile na Praça da República
    10 de outubro, 17h30, Braga: desfile com início no Largo São Francisco
    10 de outubro, 18h00, Espinho: concentração do Largo da Estação
    11 de outubro, 18h00, Castelo Branco: pintura de mural em frente ao tribunal
    11 de outubro, 18h00, Faro: concentração no Jardim Manuel Bívar
    12 de outubro, 15h00, Lisboa: desfile do Martim Moniz à Praça do Município
     
    Pela Paz, todos não somos demais!
  • No dia Internacional da Paz – unir esforços em defesa da paz e da cooperação e contra a guerra

    Em 1981, a Organização das Nações Unidas instituiu o dia 21 de setembro como o Dia Internacional da Paz.

    Assinalando esta data, o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) reitera o seu compromisso de contribuir para a mobilização de tantos quanto possível em prol da defesa da paz e da cooperação e contra a guerra.

    Assinalar esta data é sublinhar a importância de trilhar um caminho de promoção da paz, direito de todos os povos, que passa pelo respeito ao seu direito de autodeterminação e à sua soberania, entre outros princípios fundamentais consagrados na Carta das Nações Unidas.

    Assinalar esta data é reafirmar que é necessário continuarmos a agir para criar as condições em que a amizade, a solidariedade e a cooperação substituam a ingerência, a desestabilização, a violência nas relações internacionais – para que uma cultura de paz possa, finalmente, desenvolver-se em toda a sua plenitude.

    No atual contexto em que vivemos, perante uma situação internacional preocupante e imprevisível, é determinante continuarmos a assinalar esta data, e é determinante também que, em todos os outros dias do ano, continuemos a lutar em defesa da paz.

    Num quadro em que os povos de todo o mundo são confrontados com a continuação e intensificação de conflitos – seja na Europa, no Médio Oriente ou em África –, com o aumento das despesas militares, com a escalada armamentista – com cada vez mais sofisticado armamento, incluindo nuclear –, com a instalação de bases militares em países terceiros, é necessário levantar a voz para contestar tais decisões e caminho.

    Neste dia, não podemos também de deixar de denunciar o alargamento da NATO cada vez mais para o leste da Europa e a criação de novos blocos e articulações político-militares – como AUKUS ou o QUAD na região Ásia-Pacífico – que representam uma grande e acrescida ameaça à construção de um mundo de paz.

  • No dia internacional da Paz o CPPC esteve presente na abertura da Seixalíada/2019

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    A Seixalíada associou-se às comemorações do Dia Internacional da Paz, comemorado na mesma data. Perante milhares de atletas, organizações do movimento associativo, órgãos autárquicos do concelho e população convidada, o Presidente da autarquia seixalense, Joaquim Santos, referiu o significado deste acontecimento desportivo que movimenta cerca de 20.000 atletas e que já faz parte da tradição do concelho.

    O CPPC fez-se representar por 3 dirigentes na Festa de Abertura da 36.ª edição da Seixalíada, que teve lugar no dia 21 de Setembro, no Pavilhão do Clube de Pessoal da Siderurgia Nacional, em Aldeia de Paio Pires, Seixal.

    Em nome do CPPC, Armando Farias, membro da direção nacional, saudou os presentes referindo que este evento reforça, em particular entre os jovens, os valores da solidariedade, da cooperação, da igualdade e da inclusão, pilares fundamentais para a construção e vivência de um mundo em Paz, tendo na ocasião, recebido das mãos de uma atleta a bandeira dos “Municípios para a Paz” que colocou ao lado de todas as que representavam as organizações associativas participantes.

    Durante 15 dias a Festa do Desporto no Seixal dará um contributo importante para a difusão dos valores da PAZ!