Outras Notícias

Lisboa

  • Cultura pela Palestina

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    Realizou-se, no dia 24 de março, uma sessão cultural de solidariedade com a Palestina.
    No Rossio, em Lisboa, a sessão, apresentada e dirigida por Domingos Pereira, do Projecto Ruído, contou com a participação do @baquemulherlisboa e da leitura de poemas por Fernando Rebelo.
    Intervieram ainda Mariana Silva, do CENA-STE, e José Oliveira, do MPPM, que reafirmam a sua solidariedade com o povo palestiniano e a urgência de um cessar-fogo permanente e imediato.
    Houve ainda tempo e espaço para se continuar a pintura, com impressões digitais, da Bandeira da Palestina!
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  • Dar voz à solidariedade com a Palestina - Lisboa

    Lisboa voltou a ser palco de um acto público de solidariedade com a Palestina, ao final da tarde de dia 31 de Janeiro junto à Embaixada de Israel.

    Convocada pelo CPPC, CGTP-IN, MDM e MPPM, a iniciativa reuniu mais de uma centena de pessoas, que acompanharam a delegação que naquele dia dirigiu uma carta ao primeiro-ministro de Israel. Momentos antes, na Embaixada dos Estados Unidos, tinha sido entregue outra missiva, endereçada ao presidente Donald Trump.

  • De Lisboa para o mundo: “Venezuela vencerá!”

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    Foram muitos os que, na segunda-feira, 5 de Janeiro, se concentraram junto à estátua de Simón Bolívar, em Lisboa, para repudiar a agressão militar dos EUA contra a Venezuela e o rapto do presidente Nicolas Maduro e da esposa, Cília Flores, ocorridos dois dias antes. A ação foi convocada pelo CPPC, à qual se associaram organizações e coletivos que estiveram presentes nesse final de tarde. Entre bandeiras venezuelanas, cubanas e de muitas das organizações presentes, ouviram-se palavras de ordem como “Venezuela soberana é bolivariana”, “Os povos dizem não à agressão, EUA do petróleo tira a mão”, “Venezuela não se rende, soberania não se vende” ou “imperialismo não é futuro, liberdade para Maduro”. Os Ritmos da Resistência acrescentaram confiança e calor à solidariedade.
    Apresentada por Inês Jorge, do Projeto Ruído – Associação Juvenil, a concentração contou com as intervenções de representantes do CPPC, da CGTP-IN e da Associação de Amizade Portugal-Cuba (AAPC). Pelo CPPC, Isabel Camarinha salientou que «as declarações de Trump e seu séquito falam por si e revelam com clareza quais são os verdadeiros interesses dos EUA: pretendem apoderar-se, de novo, dos imensos recursos naturais da Venezuela, país que tem as maiores reservas de petróleo do mundo e é rico em gás natural, ouro, água doce e diversos minerais raros de grande utilização industrial». Dinis Lourenço, da CGTP-IN, lembrou as 1081 sanções e medidas coercivas impostas pelos EUA e a UE à Venezuela para asfixiar a sua economia, prejudicar o seu povo e assim procurar derrotar o seu projeto emancipador. Sandra Pereira, da AAPC, denunciou as ameaças dos EUA contra Cuba e valorizou a resistência dos povos, que «há muito lutam pela sua soberania». Os EUA, denunciou, autodenominam-se a “maior democracia do mundo” mas são na verdade «um perigo para os povos do mundo e a sua ganância é ilimitada».
    Todos repudiaram a postura seguidista do Governo português, que não só não condenou a agressão norte-americana como até encontrou nela “intenções benéficas”. Como salientou Isabel Camarinha, o que o Governo faz é associar-se e legitimar a agressão, «o que é vergonhoso» e contraria a Constituição da República Portuguesa.
    A presidente da direção nacional do CPPC reafirmou, ao terminar a sua intervenção, exigências centrais que estiveram na base da convocação da iniciativa: «Daqui exigimos o fim da agressão e a libertação do Presidente da República Bolivariana da Venezuela e da sua esposa e exigimos ao governo português o cumprimento da Constituição da República Portuguesa que preconiza o respeito pela soberania e os direitos dos povos e a eliminação de todas as formas de dominação nas relações entre os Estados. Daqui reafirmamos a solidariedade com a Venezuela bolivariana, a defesa da paz, da soberania e dos direitos do povo venezuelano e dos outros povos da América Latina e Caraíbas! Paz Sim! Guerra não! Venezuela Vencerá!»
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  • Debate “A Administração Trump, a situação nos EUA e suas repercussões na situação internacional”

    “A Administração Trump, a situação nos EUA e suas repercussões na situação internacional” é o tema do debate promovido pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação na próxima segunda-feira, dia 20 de Fevereiro, pelas 18 horas, na Casa do Alentejo, em Lisboa.

    Com este debate, o CPPC procura contribuir para o aprofundamento da discussão e análise da situação internacional, decorrente da eleição da Administração Trump.

  • Debate | A situação Internacional e a Defesa da Paz

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    Decorreu ontem o segundo debate organizado pelo CPPC em parceria com a AEFCSH sobre A situação Internacional e a Defesa da Paz.
    Desta vez teve lugar na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas em Lisboa, com a participação de Ilda Figueiredo, presidente da Direção Nacional do CPPC, Baptista Alves, Presidente da Mesa da Assembleia da Paz, Jorge Cadima, professor universitário e André Marques, dirigente associativo da AEFCSH.
    Num debate amplamente participado, considerou-se que a guerra não é solução para um conflito, apelou-se ao estabelecimento de negociações de modo a que se encontrem soluções justas que sirvam para traçar o caminho para uma Paz duradoura.
    Divulgou-se também a realização de uma iniciativa pública "Parar a guerra! Dar uma oportunidade à Paz!" que em Lisboa terá lugar no Largo de Camões, pelas 18h30. O CPPC apela à participação e à divulgação desta ação! 🕊️
  • Debate no Instituto para o Ensino e Formação

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    O que são armas nucleares? Que perigos comportam? O que é possível fazer para lhes pôr fim? Estas foram algumas das questões a que se procurou dar resposta na sessão realizada no dia 26 de janeiro com três turmas de banca, seguros e gestão do INETESE - Instituto para o Ensino e Formação, em Lisboa.

    Gustavo Carneiro, da direção nacional do CPPC, lançou o debate, ligando a defesa da paz à urgência de melhorar as condições de vida das pessoas, desde logo dos jovens, com vários estudantes a colocarem questões, opiniões e sugestões. Afirmou-se a Constituição da República Portuguesa, que no seu artigo 7.º pugna pela defesa da paz, do desarmamento e da dissolução dos blocos político-militares, mas também consagra o direito à educação, à saúde, à habitação, aos direitos laborais e sociais.
    "Temos de tomar a nossa vida nas nossas próprias mãos", foi o apelo deixado, quer se trate de concretizar a proibição de armas nucleares e o desarmamento geral, simultâneo e controlado, quer de garantir o direito dos jovens ao presente e ao futuro.
  • Desfile e Concentração | Sim à Paz ! Não à NATO | Lisboa

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  • Desfile em Lisboa: Sim à Paz! Não aos Exercícios Militares da NATO!

  • Despedida do Handala

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    Terminou, no dia 7 de Julho, a estadia da embarcação Handala, da Flotilha da Liberdade, em Lisboa
    Várias pessoas se juntaram na Marina do Parque das Nações para se despedirem, no dia 7, da tripulação, reafirmando uma vez mais a solidariedade com o povo palestino e desejando sucesso aos participantes que rumam em direção à Faixa de Gaza e que se deslocam agora para a próxima paragem, em Málaga, onde chegarão daqui a doos dias.
    As organizações promotoras ofereceram à tripulação e ao Handala uma faixa que relembra a sua passagem em Lisboa.
    Palestina Vencerá!
  • Dia Internacional da Mulher

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    O CPPC solidariza-se com os objectivos e iniciativas com que o Movimento Democrático de Mulheres (MDM) assinala o dia internacional da mulher. Reconhecendo a importância que têm para a Paz, nomeadamente o reforço da capacidade de resposta do SNS, o cumprimento do direito ao trabalho com direitos, à valorização dos salários, à igualdade de direitos e oportunidades, e o combate às desigualdades, ao tráfico de seres humanos, ao trabalho escravo.

    As Mulheres estiveram e estão na luta pela paz e contra a guerra, que está profundamente ligada à luta pelo progresso social. Estiveram e estão na luta por um Mundo livre de Armas Nucleares, em defesa do seu futuro, do futuro da Humanidade. A perigosa situação que se vive hoje no mundo exige a participação de todos - Mulheres e Homens - na intervenção e luta para alcançar estes objectivos.

    Assim, o CPPC vai participar e apela a todos os activistas da paz que participem nestas iniciativas comemorativas do dia internacional da mulher.

    O MDM marcou pontos de encontro de mulheres no Porto a 7 de março, 15h (junto à Cordoaria) a 13 de março 15h em Lisboa (nos Restauradores).

  • Dia Internacional da Mulher

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    O Conselho Português para a Paz e Cooperação, esteve presente na concentração de dia 13 de Março, em Lisboa, convocada pelo Movimento Democrático de Mulheres, para assinalar o Dia Internacional da Mulher.
    Os ativistas do CPPC participaram com uma faixa a anunciar a realização do próximo Encontro pela Paz, a realizar a 5 de Junho em Setúbal, promovido por 12 organizações e entidades, entre as quais o CPPC e o MDM, o Encontro será seguramente um momento alto na expressão da luta pela igualdade, a fraternidade e a paz.
  • Dia Internacional de Solidariedade com o Povo Palestiniano - Semana de Solidariedade, Lisboa

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    Centenas de pessoas se concentraram, no dia 29 de novembro, no Martim Moniz, em Lisboa, em solidariedade com o povo palestiniano.
    A concentração teve início com um "Die-In" onde um grupo de pessoas se deitou no chão, numa ação artística em solidariedade com as vítimas de Gaza que foram mortas, à qual se seguiu a leitura de dois textos por Sofia Lsboa - testemunhos de crianças habitantes na Faixa de Gaza.
    Seguiram-se as intervenções de Serenah Sabat, palestiniana a viver em Portugal, Inês Caeiro, do Projecto Ruído, e João Barreiros da Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses - Intersindical Nacional.
    Com um momento de poesia pelo meio - que coube a Maria Emília Castanheira e Fernando Rebelo - seguiram-se o resto das intervenções das organizações promotoras. Rui Garcia, vice-presidente do Conselho Português para a Paz e Cooperação, e Carlos Almeida, do Movimento Pelos Direitos do Povo Palestiniano e Pela Paz no Médio Oriente.
    Por último, e como tem sido habitual, a solidariedade com o povo palestiniano e a luta pela Paz foi também reafirmada através da música - com um momento proporcionado por Jorge Rivotti e Rui Galveias.
    A Fernando Jorge, encenador que apresentou esta concentração, coube informar e convidar todos os presentes da manifestação, lançada pelas mesmas quatro organizações promotoras, que terá lugar já no próximo dia 8 de dezembro, em Lisboa, às 15h00, entre o Martim Moniz e o Largo José Saramago.
  • Direitos Humanos e a Paz

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    Tendo em conta o Apelo na defesa da Paz, as organizações e entidades promotoras do Encontro pela Paz que se realizou a 20 de Outubro, em Loures, convidam à participação e divulgação da sessão que vai decorrer no próximo dia 23 de Janeiro, pelas 18 horas, na Casa do Alentejo, sobre a Paz e os Direitos Humanos, no quadro do 70º aniversário da Declaração Universal dos Direitos do Homem.

    Num momento particularmente complexo como o que estamos a viver, a sua participação é particularmente importante para juntarmos as nossas vozes na defesa da paz e na denúncia das ameaças aos direitos e à dignidade humana, das ingerências e atropelos ao direito soberano e à independência dos povos pondo em causa a paz.

    Pela Paz, todos não somos demais.

  • Distribuição em Lisboa: Sim à Paz! Não à NATO! A CIMEIRA DE VARSÓVIA

    A NATO realiza, nos próximos dias 8 e 9 de Julho, uma Cimeira em Varsóvia, cujos objectivos belicistas estão a suscitar a mobilização e o protesto de vários movimentos e organizações em Portugal, assim como noutros países.

    As organizações portuguesas que promovem a campanha «Sim à Paz! Não à NATO!», entre as quais o Conselho Português para a Paz e Cooperação, entendem que o reforço deste bloco-político militar é contrário à paz e aos interesses dos povos e defendem a sua dissolução e o estabelecimento, em seu lugar, de um sistema de segurança colectiva, que tenha como propósito a criação de uma ordem internacional capaz de assegurar a paz e a justiça nas relações entre os povos, aliás, em consonância com o consagrado na Constituição da República Portuguesa.

    A Cimeira de Varsóvia vem agravar a já forte tensão militar da NATO visando a Federação Russa, com perigos para a paz e a estabilidade na Europa e no mundo, nomeadamente, tendo em conta que os EUA e a Federação Russa são as principais potências nucleares do planeta.

  • É preciso impedir uma ainda maior e terrível tragédia na Faixa de Gaza.

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    A brutal agressão de Israel na Faixa de Gaza, acompanhada por acções violentas e ataques de colonos armados na Cisjordânia, já provocou muitos milhares de mortos e os feridos são quase 15.000
    Gaza está sem luz elétrica, sem água, sem comida, sem medicamentos.
    Ambulâncias, pessoal médico, instalações médicas, hospitais, caravanas de refugiados, bairros residenciais são alvo de ataques e de bombardeamentos.
    Dezenas de trabalhadores de apoio humanitário e da ONU foram mortos pelos ataques israelitas.
    É preciso parar de imediato os bombardeamentos e impedir qualquer invasão terrestre, que, a acontecer, configuraria, à luz das Convenções Internacionais, um genocídio e provocaria uma guerra generalizada no Médio Oriente, com consequências imprevisíveis no plano regional e internacional, mas sempre dramáticas.
    Denunciamos a profunda hipocrisia dos EUA, da União Europeia e de vários governos europeus, incluindo o português, que com a retórica do ”direito de resposta de Israel” alimentam o conflito e dão cobertura a crimes de guerra como os castigos colectivos sobre populações civis e a deslocações forçadas.
    Todas as vidas contam, todas as vidas têm o mesmo valor, todas as acções que visem populações civis são censuráveis e merecem a nossa condenação.
    É por isso que a paz tem de imperar. É urgente um cessar-fogo imediato, para pôr fim às mortes, à violência e ao sofrimento.
    É preciso restabelecer o abastecimento de água, alimentos, energia e combustíveis na Faixa de Gaza e permitir a entrada urgente da ajuda humanitária. É preciso calar as armas e trilhar os caminhos da solução política para a questão palestiniana e para a paz no Médio Oriente.
    Essa paz só será possível com o fim da ocupação, dos colonatos, da opressão e repressão israelitas e com a garantia dos direitos nacionais do povo palestiniano como estipulam inúmeras resoluções da ONU.
    É necessário prosseguir a luta pela paz no Médio Oriente e pelos direitos do povo da Palestina! Apelamos à sua participação na manifestação convocada para o dia 29 de Outubro, às 15:30, com início no Martim Moniz.
    As Organizações Promotoras:
    - Movimento Pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente (MPPM);
    - Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses/Intersindical Nacional (CGTP-IN);
    - Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC)
    Apoiam a Convocatória desta Manifestação as seguintes Organizações:
    - Associação Conquistas da Revolução
    - Associação de Amizade Portugal-Cuba
    - Associação de Estudantes da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa
    - Associação de Estudantes da Faculdade de Letras de Lisboa
    - Associação José Afonso
    - Associação Portuguesa de Amizade e Cooperação Iúri Gagárin
    - Associação Projeto Ruído
    - BOTA - Base Organizada da Toca das Artes
    - Coletivo MUMIA Abu Jamal
    - Confederação Nacional De Reformados Pensionistas E Idosos
    - Estuário Colectivo
    - Federação dos Sindicatos dos Transportes e Comunicações
    - Frente Anti-Racista
    - Fundação Saramago
    - Intervenção Democrática
    - Movimento “Vida Justa”
    - Movimento Democrático de Mulheres
    - Movimento Sempre os Mesmos a Pagar
    - Nucleo do PT Lisboa
    - PORTA A PORTA – Casa para todos, Movimento pelo Direito à Habitação
    - Sindicato de Hotelaria do Sul
    - Sindicato dos Professores da Grande Lisboa
    - Sindicato dos Professores da Região Açores
    - Sindicato dos Professores da Região Centro
    - Sindicato dos Professores da Zona Sul
    - Sindicato dos Professores no Estrangeiro
    - Sindicato dos Trabalhadores Civis das Forças Armadas,
    Estabelecimentos Fabris e Empresas de Defesa
    - Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal
    - Sindicato dos Trabalhadores do Município de Lisboa
    - Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional ,Empresas Públicas, Concessionárias e Afins
    - Teatro Extremo
    - União de Resistentes Antifascistas Portugueses
    - União de Sindicatos de Aveiro
    - União de Sindicatos de Lisboa
    - União de Sindicatos de Setúbal
    - União de Sindicatos no Norte Alentejano
    - União Sindical de Torres Vedras, Cadaval, Lourinhã, Mafra e Sobral de Monte Agraço
    - União Sindicatos do Algarve

     

  • Educação para a Paz | E.S. Padre António Vieira

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    No âmbito das comemorações do Mês da Juventude na cidade de Lisboa, promovidas pela Câmara Municipal de Lisboa, o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) realizou no dia 11 de março uma palestra na ES Padre António Vieira, intitulada «A luta pela paz e a diversidade cultural», enquadrada no tema proposto pela turma 12.º LH2. Perante uma assistência interessada e participativa, Carlos Garcia, da Direção do CPPC, partiu da diversidade cultural que caracteriza a sociedade actual onde convivem diferentes povos, considerando o seu contributo para o enriquecimento da humanidade, para abordar as diversas formas de racismo como fatores de divisionismo entre os povos, pondo em causa direitos humanos e princípios fundamentais da Carta das Nações Unidas e da Constituição da República Portuguesa, contribuindo para suportar o belicismo e o imperialismo, pondo em causa a cooperação e a defesa da paz.

  • Educação para a Paz em Lisboa

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    No âmbito das comemorações dos 50 anos do 25 de Abril, realizaram-se 2 sessões sobre o 25 de Abril e a Paz nas escolas EB Lumiar, a 19 de Abril, e na EB23 de Telheiras, a 22 de Abril, nas quais participaram vários alunos e professores.

  • Educação para a Paz em Lisboa

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    Continuando as atividades de Educação para a Paz, decorreu, no dia 4 de janeiro, com alegria e interesse, uma sessão do Conselho Português para a Paz e Cooperação, envolvendo algumas dezenas de estudantes e professores do 2º ciclo da Escola da Voz do Operário, em Lisboa.
    Os alunos transmitiram o que consideram Paz, visualizaram imagens, poemas, ouviram canções que falam e apelam à Paz e pintaram uma pomba.
    Também no dia 10 de janeiro, na mesma escola, dezenas de alunos do 1º ciclo e alguns professores participaram na sessão de Educação para a Paz, onde, entre as atividades mencionadas acima, construíram também um "quantos-queres?" da Paz.
    Foi também divulgado o folheto sobre a proibição das armas nucleares, que refere a petição lançada pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação "Pela Adesão de Portugal ao Tratado de Proibição das Armas Nucleares".
    A petição pode ser assinada aqui: https://peticaopublica.com/?pi=PT111458
  • EL SUR participam no CONCERTO PELA PAZ

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    4 DE ABRIL - 15H30 - FÓRUM LISBOA - Entrada Livre

    O sul é muito mais do que uma coordenada, é uma condição e um modo de vida, é compreender que quando olhamos para baixo, estamos é a olhar para cima.

    A América Latina será a suprema contradição?
    Recolhe de todos os cantos do mundo pedaços de identidade: o mediterrâneo, o negro, o azul e o vermelho. Retoma sempre que pode a sua própria génese, as suas cores terra e os seus sabores intensos, o seu afã de liberdade e esperança.

    É aqui que mergulha o projecto português "el Sur". Na força de um continente e no génio dos seus autores, na fronteira entre o Pacífico e o Atlântico. O sul é muito mais do que uma coordenada, é uma condição e um modo de vida, é compreender que quando olhamos para baixo, estamos é a olhar para cima, para o urgente tempo que se aproxima e que nos mudará para sempre.

    Lançaram recentemente o álbum “Todas as Sombras”.

  • Em Lisboa - Pela Paz! Fim à agressão à Síria!

    Muitas foram as pessoas que,no passado dia 19 de Abril, de forma convicta e enérgica encheram a Praça Luís de Camões em Lisboa, em defesa da paz contra a agressão à Síria.

    O acto público subscrito por 30 organizações, contou com intervenções as intervenções de representantes do Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), da Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses – Intersindical Nacional (CGTP-IN), do Movimento Democrático de Mulheres (MDM) e do Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente (MPPM).