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No passado dia 18 de Fevereiro, na sede da CGTP-IN, uma delegação da Direção Nacional do CPPC ( Ilda Figueiredo, Filipe Ferreira, Carlos Carvalho e Joaquim Mesquita) reuniu com uma delegação da CGTP-IN que incluiu a Secretária-Geral, Isabel Camarinha, e o responsável pela área internacional, João Barreiros. Na reunião trataram-se diversos aspetos da intervenção convergente e conjunta nas áreas da paz e da solidariedade, tendo sido dado particular destaque à preparação do Encontro pela Paz, a realizar no próximo dia 5 de Junho, em Setúbal, tendo por lema " Pela Paz todos não somos demais", promovido por 12 organizações e entidades, entre as quais o CPPC e a CGTP-IN.
Como se salientou na reunião, a paz é essencial para que haja desenvolvimento e progresso social, sendo também certo que só haverá paz no respeito pelos direitos dos trabalhadores e das populações, com garantia de emprego com salários dignos e plena satisfação das funções sociais do estado, através de serviços públicos essenciais dando as respostas necessárias em áreas como saúde, educação, habitação, segurança social e cultura.
Neste quadro, foram salientadas algumas iniciativas que, no âmbito da preparação do Encontro Pela Paz, poderão ser desenvolvidas com a participação das duas organizações, tendo em conta o importante papel dos sindicatos e dos trabalhadores na luta pela paz, com destaque para a recolha de assinaturas da petição visando a assinatura e ratificação do Tratado de Proibição de Armas Nucleares, a solidariedade com povos vítimas dos novos colonialismo e ingerências como Palestina, Saara Ocidental e Iémene, da luta contra os bloqueios como a Cuba, Venezuela e Síria.
Foi também dado destaque ao 45º aniversário da Constituição da República Portuguesa e à exigência do seu cumprimento, designadamente o seu artigo 7º, na defesa dos direitos dos povos, na denúncia da agressão e da guerra, da defesa da solução pacífica dos conflitos internacionais, da não ingerência nos assuntos internos dos outros estados e da cooperação com todos os povos do mundo para a emancipação e o progresso da humanidade.
As duas organizações irão prosseguir e até procurar reforçar a colaboração e participação em atividades conjuntas ou convergentes nas áreas possíveis na defesa da paz, da justiça e do progresso social.