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O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) condena as sanções contra a Venezuela aprovadas pela União Europeia no passado dia 13 e denuncia-as como uma violação grosseira do Direito Internacional e um ato de ingerência que mais não visa que procurar agravar a situação política, económica e social naquele país.

Essas sanções surgem após a derrota sofrida pelos setores oposicionistas nas recentes eleições regionais venezuelanas, foram adotadas na sequência de medidas idênticas tomadas pelos EUA e da pressão exercida pela administração norte-americana sobre a UE, com um papel destacado do chefe do governo espanhol, Mariano Rajoy.

As medidas sancionatórias, declarações hostis, ameaças, e outras movimentações promovidas pelos EUA e seus aliados contra a Venezuela Bolivariana têm por objetivo desestabilizar ainda mais a sociedade venezuelana de modo a promover uma "mudança de regime", de acordo com um padrão de ingerência por demais conhecido e aplicado um pouco por todo o mundo com os resultados que se conhecem.

Tais tentativas são, aliás, assumidas em documentos oficiais do Departamento de Estado norte-americano, nos quais este faz um balanço das atividades desenvolvidas, por si ou por interpostas organizações não-governamentais, financiadas pelos EUA, contra a Venezuela e replaneia ações no âmbito, nomeadamente, do apoio a uma frente oposicionista e à comunicação social hostil ao governo visando a manipulação da opinião pública, o bloqueio diplomático, económico e financeiro.

O CPPC expressa a sua preocupação considerando que as medidas de desestabilização contra a Venezuela apenas agravam a situação no país e afectam a população venezuelana, de que é parte integrante uma numerosa comunidade portuguesa, e espera do Governo Português medidas que promovam o respeito pela soberania e ordem constitucional da Venezuela, única forma de promover a normalização da situação do país, a estabilidade e a paz, os interesses da população.

Na Venezuela trava-se uma batalha entre aqueles que defendem a continuação da construção de um estado democrático e soberano, dono dos seus próprios recursos e ao serviço do seu povo, e os que defendem um regresso ao passado onde dominavam os interesses da oligarquia venezuelana e norte-americana.

O CPPC reafirma a sua solidariedade ao povo e ao governo da Venezuela e reitera a sua confiança na vitória da Venezuela Bolivariana.

A Direção Nacional do CPPC

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